
A escalada nas ameaças russas contra Kiev é um momento tenso para quem acompanha o conflito, especialmente para colegas e amigos com laços na região.

Rússia ordena saída de estrangeiros de Kiev Fluxo da história e fatos principais
A Rússia emitiu um aviso urgente para todos os cidadãos estrangeiros, incluindo diplomatas, deixarem Kiev imediatamente, sob a ameaça de uma 'campanha sistemática' de bombardeamentos. O comunicado, divulgado em 27 de maio de 2026, segue um ataque devastador com centenas de mísseis e drones, incluindo o míssil 'Oreshnik' com capacidade nuclear, que matou quatro pessoas. O Kremlin justifica a ação como retaliação a um ataque ucraniano em um dormitório universitário em Luhansk, região ocupada, que teria causado 21 mortes.
O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, ligou diretamente ao secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, por ordem de Vladimir Putin, para reforçar a urgência da retirada diplomática. As autoridades russas afirmam que os próximos alvos incluirão centros de decisão militar, bunkers subterrâneos e instalações de produção de drones.
Enquanto isso, o governo ucraniano minimizou a ameaça, classificando-a como chantagem. A embaixadora da União Europeia em Kiev, Katarina Mathernova, reafirmou publicamente que permanecerá na cidade, e a Comissão Europeia convocou o encarregado de negócios russo em Bruxelas para um protesto formal. Várias capitais europeias seguiram o mesmo passo, denunciando a medida como uma escalada inaceitável.
Fatos
- Em 27 de maio de 2026, a Rússia advertiu estrangeiros para deixarem Kiev devido a ameaças de 'campanha sistemática' de bombardeamentos.
- O ataque anterior envolveu centenas de mísseis e drones, incluindo o míssil 'Oreshnik' com capacidade nuclear, matando quatro pessoas.
- Sergei Lavrov ligou a Marco Rubio por ordem de Putin para reforçar a retirada diplomática imediata de Kiev.
- A UE denunciou a ameaça como 'escalada inaceitável' e manteve sua presença diplomática em Kiev, liderada pela embaixadora Katarina Mathernova.
- A Rússia justificou os ataques como retaliação a um bombardeio ucraniano em um dormitório em Luhansk, que teria matado 21 pessoas.
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