Ilustração de um míssil hipersônico Oreshnik em voo noturno sobre uma cidade em alerta, com destroços de drones no chão e luzes de resgate ao fundo.
Ilustração de um míssil hipersônico Oreshnik em voo noturno sobre uma cidade em alerta, com destroços de drones no chão e luzes de resgate ao fundo.

O uso do Oreshnik mostra uma escalada tática, com contexto útil para um colega que acompanha a dinâmica da guerra na Europa.

Rússia lança míssil com capacidade nuclear Fluxo da história e fatos principais

A Rússia lançou um míssil balístico hipersônico Oreshnik com capacidade nuclear contra a Ucrânia, num dos maiores ataques do último ano. O alvo principal foi Kiev, onde quatro pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas. O míssil, com alcance de até cinco mil quilómetros, pode transportar ogivas convencionais ou nucleares, e sua utilização foi confirmada pelas forças russas como resposta a alegados ataques ucranianos em território russo.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou o ataque a infraestruturas civis, incluindo mercados e escolas, enquanto a Força Aérea da Ucrânia informou que abateu 549 drones e interceptou 55 mísseis durante a ofensiva. Apesar da defesa antimíssil, 16 mísseis e 51 drones atingiram áreas urbanas em 54 pontos do país.

A alta representante da UE para a Política Externa, Kaja Kallas, classificou o uso do Oreshnik como uma tática de intimidação nuclear, enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que revela o impasse da Rússia no conflito. Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE devem discutir formas de aumentar a pressão internacional sobre Moscou.

Fatos

  • A Rússia usou o míssil hipersônico Oreshnik com capacidade nuclear em ataques a Kiev em 24 de maio de 2026.
  • O ataque matou quatro pessoas e feriu mais de 60, com 16 mísseis e 51 drones atingindo áreas urbanas.
  • O Oreshnik tem alcance de até 5.000 km e pode carregar ogivas nucleares ou convencionais.
  • Zelensky denunciou o ataque a infraestruturas civis, incluindo escolas e mercados.
  • Kaja Kallas (UE) e Emmanuel Macron (França) condenaram o uso do míssil como escalada perigosa.
  • A Força Aérea da Ucrânia abateu 549 drones e interceptou 55 mísseis durante a ofensiva.

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