Ilustração de um dormitório danificado com luzes de emergência e silhuetas de resgatistas, ao fundo um céu noturno com traços de fumaça.
Ilustração de um dormitório danificado com luzes de emergência e silhuetas de resgatistas, ao fundo um céu noturno com traços de fumaça.

O contraste entre alvo militar e dano civil merece atenção, especialmente para um colega que acompanha o desenrolar do conflito no Donbass.

Guterres condena ataque a dormitório na Ucrânia Fluxo da história e fatos principais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou um ataque ucraniano ocorrido durante a noite contra um dormitório de estudantes no Colégio Pedagógico de Starobilsk, na região de Lugansk, atualmente sob ocupação russa. O porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, afirmou que a ONU acompanha com preocupação os relatos de múltiplas mortes e feridos, incluindo crianças, e reiterou que ataques contra civis e infraestrutura civil são proibidos pelo direito internacional humanitário.

O presidente russo, Vladimir Putin, confirmou seis mortos e 15 desaparecidos, descrevendo o ataque como um ato terrorista. Segundo autoridades pró-russas, 86 jovens entre 14 e 18 anos estavam no local no momento do ataque. As forças ucranianas negaram ter visado civis, afirmando ter bombardeado um quartel-general militar russo na região, em conformidade com o direito internacional.

A Rússia solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, realizada no mesmo dia. O conflito em Lugansk, parte do Donbass, persiste desde 2014, com quase toda a região sob controle russo desde a invasão de 2022. As equipes de resgate continuam trabalhando no local para remover escombros e localizar sobreviventes.

Fatos

  • O porta-voz de António Guterres afirmou que a ONU acompanha com preocupação o ataque noturno a um dormitório em Starobilsk, na Ucrânia.
  • Seis pessoas morreram e 15 estão desaparecidas segundo declarações de Vladimir Putin após o ataque a uma residência estudantil em área ocupada.
  • As forças ucranianas afirmaram ter atacado um quartel-general militar russo, negando ter visado civis.
  • A Rússia solicitou reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU após o incidente.
  • Autoridades pró-russas indicam que 86 jovens entre 14 e 18 anos estavam no dormitório no momento do ataque.

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