Ilustração de um míssil hipersônico em voo supersônico sobre um mapa da Europa com trajetória entre Rússia e Ucrânia destacada.
Ilustração de um míssil hipersônico em voo supersônico sobre um mapa da Europa com trajetória entre Rússia e Ucrânia destacada.

O uso repetido do Oreshnik mostra uma nova fase no conflito, com implicações claras para um colega que acompanha a segurança europeia.

O míssil hipersônico usado na Ucrânia Fluxo da história e fatos principais

A Rússia lançou o míssil hipersônico Oreshnik contra Kiev em um novo ataque, marcando a terceira utilização confirmada dessa arma no conflito com a Ucrânia. O projétil, de alcance intermediário e compatível com capacidade nuclear, é considerado uma tecnologia de última geração e não uma atualização de sistemas soviéticos antigos, segundo o presidente Vladimir Putin. Sua capacidade de lançar múltiplas ogivas separadas aumenta o desafio para sistemas de defesa.

O primeiro uso registrado do Oreshnik ocorreu em 2024 contra a cidade ucraniana de Dnipro, seguido por um segundo ataque em janeiro de 2026. O mais recente ataque reacendeu preocupações entre aliados europeus sobre a escalada do conflito. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o uso da arma como uma forma de escalada, enquanto o chanceler alemão, Friedrich Merz, condenou a ação como uma "escalada irresponsável".

O Oreshnik representa um avanço tático significativo, com implicações para a segurança na Europa Oriental e além. Apesar de ainda não ter atingido países da OTAN, seu alcance intermediário levanta alertas sobre possíveis alvos futuros. A comunidade internacional observa com atenção se o uso continuado dessa tecnologia militar pode alterar as regras do conflito ou pressionar novas respostas diplomáticas e militares.

Fatos

  • A Rússia usou o míssil hipersônico Oreshnik em um ataque contra Kiev no sábado, 24 de maio de 2026.
  • Este foi o terceiro uso confirmado do Oreshnik no conflito, após ataques anteriores em Dnipro em 2024 e em janeiro de 2026.
  • O Oreshnik tem alcance intermediário, capacidade nuclear e pode lançar múltiplas ogivas separadas.
  • O presidente russo Vladimir Putin afirmou que o Oreshnik é um sistema moderno, não uma atualização de tecnologia soviética.
  • O presidente francês Emmanuel Macron classificou o uso do míssil como uma 'forma de escalada', e o chanceler alemão Friedrich Merz condenou a 'escalada irresponsável'.

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