Ilustração de uma pessoa com queimadura solar no rosto, ao lado de um frasco de protetor solar com o número SPF 50+ visível, com ícones de sol e nuvens ao fundo indicando exposição parcial.
Ilustração de uma pessoa com queimadura solar no rosto, ao lado de um frasco de protetor solar com o número SPF 50+ visível, com ícones de sol e nuvens ao fundo indicando exposição parcial.

Mais de quarenta por cento dos portugueses já sofreram queimaduras graves do sol, um contexto útil para um amigo que acompanha saúde preventiva.

Mais de 40% dos portugueses já sofreram queimaduras graves do sol Fluxo da história e fatos principais

Um estudo com seis mil pessoas em Portugal, Espanha, Itália e México revela que, apesar de 98% dos portugueses saberem que a exposição solar pode causar cancro da pele, 42% já sofreram queimaduras graves. O contraste entre conhecimento e prática é evidente: enquanto a maioria reconhece os riscos, apenas 34% fazem vigilância anual com dermatologista e muitos só procuram ajuda quando aparece uma lesão visível. O uso de protetor solar é declarado por 63% dos portugueses, mas a reaplicação a cada duas horas — essencial para proteção eficaz — não é um hábito generalizado. O esquecimento, a preguiça e a falsa sensação de segurança são as principais justificativas para a negligência. Além disso, mais de metade dos inquiridos em Portugal e Espanha desconhecem os danos provocados pela luz visível, que pode causar manchas e envelhecimento precoce da pele. Apesar dos avanços na conscientização, os especialistas alertam que a educação contínua sobre proteção solar ainda é necessária, especialmente para transformar conhecimento em ação preventiva.

Fatos

  • 42% dos portugueses inquiridos já sofreram queimaduras graves devido ao sol.
  • 98% dos portugueses sabem que a exposição solar pode causar cancro da pele.
  • Apenas 34% dos portugueses fazem vigilância anual com dermatologista.
  • 63% dos portugueses usam protetor solar, mas muitos não reaplicam a cada duas horas.
  • 55% dos inquiridos nos quatro países desconhecem os danos da luz visível na pele.
  • 9% das pessoas nos países analisados dizem não usar qualquer proteção solar.

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