
Cada carro vendido agora custa à Xiaomi quase 5 mil euros de prejuízo, um contexto útil para um colega que acompanha a expansão da marca no automóvel.

Xiaomi vende mais, mas perda por carro dispara Fluxo da história e fatos principais
A Xiaomi continua a expandir sua presença no mercado de veículos elétricos, com 80.856 unidades entregues no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 6,6% em relação ao ano anterior. A receita do segmento atingiu 19,9 bilhões de yuans (cerca de 2,5 bilhões de euros), mas o crescimento vem com um custo alto: a empresa perde agora 4.812 euros por carro vendido, contra 774 euros no primeiro trimestre de 2025 — uma escalada de 522% no prejuízo por unidade.
O prejuízo operacional total da divisão automotiva atingiu 3,1 bilhões de yuans (392,3 milhões de euros). A margem bruta caiu de 23,2% para 20,1%, pressionada por três fatores principais: o custo crescente de componentes, a redução de subsídios fiscais na China e a queda nas entregas do modelo SU7 Ultra, que tem a maior margem de lucro.
Apesar dos desafios financeiros, a gama de veículos da Xiaomi está se expandindo. O SUV YU7 já soma 232 mil entregas nos primeiros 10 meses após o lançamento e é o segundo SUV mais vendido na China. A marca lançou recentemente as versões YU7 Standard e YU7 GT, sendo esta última a SUV mais rápida no circuito de Nürburgring, com preço inicial de 389.900 yuans (cerca de 49.365 euros).
Fatos
- Xiaomi entregou 80.856 veículos no 1º trimestre de 2026, +6,6% em relação ao ano anterior.
- A perda por carro vendido subiu de 774€ (2025) para 4.812€ (2026), um aumento de 522%.
- O prejuízo operacional da divisão automóvel foi de 3,1 bilhões de yuans (392,3 milhões de euros).
- A margem bruta do segmento caiu de 23,2% para 20,1% no período homólogo.
- O YU7 GT se tornou o SUV mais rápido no circuito de Nürburgring, com preço inicial de 389.900 yuans.
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