Imagem de Khabir Moraes, chef do MV Hondius, em uniforme de trabalho no convés do navio com o fundo de geleiras ao longe.
Imagem de Khabir Moraes, chef do MV Hondius, em uniforme de trabalho no convés do navio com o fundo de geleiras ao longe.

O alívio com a estabilização no navio é claro, útil contexto para um colega que acompanha saúde global.

Chef relata fim de contágio por hantavírus em cruzeiro Fluxo da história e fatos principais

Um surto de hantavírus a bordo do cruzeiro polar MV Hondius deixou três mortos e cerca de dez infectados desde o início da viagem em 1º de abril, partindo de Ushuaia, na Argentina. O navio permanece em quarentena enquanto aguarda autorização para desembarcar passageiros e tripulantes na ilha de Gran Canaria. Apesar da gravidade inicial, o contágio parece ter sido contido nas últimas semanas.

Khabir Moraes, chef da embarcação, afirmou em suas redes sociais que não há novos casos ativos e que a tripulação está recebendo apoio médico especializado. Três médicos e um representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) estão a bordo para monitorar a situação e orientar os protocolos de saúde. O hantavírus, transmitido por roedores, é raro em ambientes marítimos, o que torna o surto incomum.

O desfecho depende agora da decisão das autoridades sanitárias locais em Gran Canaria. A liberação do desembarque será um marco importante, especialmente considerando os riscos de disseminação em áreas portuárias. Ainda não há detalhes sobre como o vírus chegou ao navio, e investigações podem ser necessárias para prevenir futuros incidentes.

Fatos

  • O surto de hantavírus no MV Hondius matou três pessoas e infectou cerca de dez passageiros desde 1º de abril de 2026.
  • O chef Khabir Moraes informou que não há novos casos a bordo e que a tripulação está recebendo apoio de três médicos e um representante da OMS.
  • O navio aguarda autorização para desembarcar na ilha de Gran Canaria, na Espanha, após dois dias de espera.

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