
Um salto na precisão do futebol moderno, com um colega que acompanha futebol técnico tendo mais para analisar.

A bola que decide o jogo Fluxo da história e fatos principais
A bola oficial da Copa do Mundo de 2026 vai incorporar a tecnologia 'connected ball', desenvolvida pela FIFA em parceria com a adidas. O sistema inclui um sensor interno chamado IMU (unidade de medição inercial) que coleta dados como velocidade, trajetória e o momento exato do contato com os jogadores, enviando essas informações em tempo real para a equipe de arbitragem.
Essa inovação foi criada para resolver um problema crítico no uso do VAR: a precisão no momento do passe em lances de fora de jogo. Antes, a análise dependia exclusivamente de câmeras, o que podia gerar atrasos e imprecisões. Com a bola conectada, o instante exato do toque é identificado automaticamente, tornando as decisões mais rápidas e confiáveis.
A tecnologia passou por testes entre 2020 e 2022 e já foi usada em torneios anteriores, mas será amplamente destaque no Mundial de 2026. Além do VAR, os dados ajudam na análise de pênaltis, desvios e possíveis lances de mão onde as imagens são insuficientes. A combinação entre sensores na bola e rastreamento por câmeras nos estádios representa um avanço significativo na integridade técnica do futebol moderno.
Fatos
- A bola do Mundial 2026 usa tecnologia 'connected ball' desenvolvida pela FIFA e adidas.
- Um sensor IMU no interior da bola coleta dados 500 vezes por segundo, incluindo velocidade, trajetória e momento do toque.
- Os dados são enviados em tempo real para a sala do VAR, ajudando em lances de fora de jogo, pênaltis e mãos.
- A tecnologia foi testada entre 2020 e 2022 para garantir precisão e integração com sistemas de arbitragem.
- O sistema combina dados da bola com rastreamento por câmeras nos estádios para decisões mais rápidas.
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