
A remuneração dos certificados atinge o pico em mais de um ano, um contexto útil para um colega que acompanha opções de poupança segura.

Juros dos certificados de aforro sobem Fluxo da história e fatos principais
Os juros dos certificados de aforro em Portugal vão subir para 2,214% em junho de 2026, o valor mais alto em mais de um ano, marcando o terceiro aumento consecutivo. Este movimento é impulsionado pela subida das taxas Euribor, influenciadas pela crescente incerteza no Médio Oriente devido ao agravamento do conflito na região. A rentabilidade crescente tem atraído os portugueses, que subscreveram, em média, 18 milhões de euros por dia no mês anterior.
Além da taxa base, os detentores beneficiam de prémios de permanência progressivos: 0,25% entre o segundo e quinto ano, 0,5% entre o sexto e nono, 1% no décimo e décimo primeiro, 1,5% nos dois anos seguintes e 1,75% nos dois últimos anos do prazo. Apesar da atratividade, especialistas alertam que, com a inflação prevista, o ganho real destas poupanças pode ser negativo em 2026.
Os certificados de aforro continuam a superar os depósitos a prazo, que em março rendiam em média 1,42%. O produto do Estado mantém-se como uma das opções mais populares de poupança de baixo risco, especialmente em tempos de instabilidade financeira global.
Fatos
- Os juros dos certificados de aforro sobem para 2,214% em junho de 2026, o valor mais alto em mais de um ano.
- A subida é impulsionada pelo aumento das taxas Euribor, influenciado pela tensão no Médio Oriente.
- Em maio de 2026, os portugueses subscreveram em média 18 milhões de euros por dia em certificados de aforro.
- Os prémios de permanência variam entre 0,25% e 1,75%, conforme o tempo de retenção.
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