Ilustração de um homem segurando um smartphone com apps de delivery e streaming, enquanto um envelope de benefício social desaparece.
Ilustração de um homem segurando um smartphone com apps de delivery e streaming, enquanto um envelope de benefício social desaparece.

O uso de benefícios para despesas não essenciais levou à perda do apoio, um contexto útil para um colega que acompanha políticas sociais.

Perdeu apoio social por gastar com delivery e streaming Fluxo da história e fatos principais

Um tribunal no País Basco confirmou a suspensão do Rendimento Mínimo de Subsistência (RGI) e da Prestação Complementar de Habitação a um homem de Bilbau por uso indevido dos fundos. Entre abril e junho de 2022, ele realizou gastos considerados supérfluos, incluindo pedidos por aplicativos como Glovo e Just Eat, assinatura do Spotify Premium e pagamentos em discotecas. O Serviço Basco de Emprego, Lanbide, constatou as irregularidades e exigiu a devolução de 3.524,75 euros.

A justiça basca considerou que essas despesas violaram as obrigações associadas aos benefícios sociais, destinados a cobrir necessidades básicas. A decisão foi inicialmente tomada pelo Tribunal Social nº 9 de Bilbau e ratificada pelo Tribunal Superior de Justiça do País Basco em abril de 2026. Ainda cabe recurso ao Supremo Tribunal.

Além dos gastos com entretenimento, o tribunal destacou que o beneficiário contratou um empréstimo de 9.500 euros em março de 2022, o que agravou sua situação financeira e foi visto como desrespeito à obrigação de gerir recursos com responsabilidade. O RGI é um apoio mensal para pessoas sem recursos suficientes, enquanto a Prestação Complementar de Habitação cobre parte do aluguel, com valor máximo de 250 euros por mês.

Fatos

  • Homem de Bilbau perdeu direito ao Rendimento Mínimo de Subsistência por gastos com Glovo, Spotify e discotecas.
  • Tribunal Superior de Justiça do País Basco confirmou devolução de 3.524,75 euros recebidos indevidamente.
  • Entre abril e junho de 2022, fez pedidos na Glovo (mais de 215 euros) e na Just Eat (73 euros), além de assinar Spotify Premium.
  • Contratação de empréstimo de 9.500 euros em março de 2022 foi considerada agravante pela justiça.
  • Decisão final emitida em 21 de abril de 2026 pode ainda ser alvo de recurso ao Supremo Tribunal.

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