Ilustração de um trabalhador frente a uma tela com símbolos de IA e lacunas de habilidades digitais, representando a escassez de talento tecnológico na Europa.
Ilustração de um trabalhador frente a uma tela com símbolos de IA e lacunas de habilidades digitais, representando a escassez de talento tecnológico na Europa.

A pressão por competências digitais cresce, um contexto útil para um colega que acompanha gestão de talento em tecnologia.

Falta de talento digital é risco-chave na Europa Fluxo da história e fatos principais

O People Risks Report 2026, da Marsh, revela que a escassez de talento e competências digitais é a principal prioridade de risco nas empresas europeias. Com base em respostas de mais de 620 profissionais de RH e gestão de risco em seis países, o estudo mostra que 62% das organizações esperam impacto significativo da escassez de mão de obra nos próximos dois anos, especialmente nos setores de indústria, energia, retalho e construção. Esse desafio é agravado pela rápida adoção de inteligência artificial sem formação adequada e pela baixa literacia cibernética entre colaboradores.

Apesar de 58% das empresas já terem níveis avançados de maturidade em IA, 40% dos especialistas em RH e risco expressam preocupação com implementações mal preparadas. Além disso, 35% apontam resistência dos funcionários por medo de demissões. O relatório destaca que a colaboração entre RH e gestão de risco é essencial: 37% das empresas têm colaboração plena e 46% parcial, o que se associa a estratégias de mitigação mais eficazes.

As prioridades emergentes incluem apoio à saúde mental (41%), adaptação ao planeamento da força de trabalho face à urbanização e tensões intergeracionais (32%), resiliência climática (40%-41%) e salvaguardas em IA, como formação contra conteúdos maliciosos gerados por IA (38%) e proteção contra vulnerabilidades cibernéticas (37%).

Fatos

  • 62% das empresas europeias esperam impacto da escassez de mão de obra nos próximos 1-2 anos, segundo o People Risks Report 2026 da Marsh.
  • 58% das organizações na Europa têm maturidade avançada ou transformadora em inteligência artificial.
  • 40% dos profissionais de RH e risco na Europa preocupam-se com implementação de IA sem formação adequada.
  • 37% das empresas colaboram plenamente entre RH e gestão de risco; 46% colaboram parcialmente.
  • 38% das organizações priorizam formação para identificar conteúdos maliciosos gerados por IA.

Explicação visual de notícias do Canto. Ferramentas de IA podem apoiar a produção. Política editorial