
Um novo tipo de drone sem rastros eletrónicos está a forçar mudanças táticas, um contexto útil para um colega que acompanha conflitos modernos.

Drones com fibra ótica desafiam defesas israelitas Fluxo da história e fatos principais
O Hezbollah tem usado drones explosivos controlados por fibra ótica para atacar forças israelitas no sul do Líbano, representando uma nova ameaça em conflitos assimétricos. Diferentemente dos drones tradicionais, estes dispositivos não usam sinais de rádio nem GPS, tornando-os indetectáveis por sistemas de guerra eletrónica. Operados em visão em primeira pessoa (FPV), os drones são guiados por um cabo de fibra ótica que pode estender-se por dezenas de quilómetros, permitindo precisão sem rastros eletrónicos. Apesar do cessar-fogo desde abril de 2026, dois soldados israelitas e um civil morreram em ataques com estes drones em menos de uma semana.
Os especialistas indicam que os drones custam entre algumas centenas e cerca de 4.000 dólares, sendo fabricados com componentes acessíveis e montados no Líbano. A sua simplicidade e baixo custo contrastam com os sofisticados sistemas de defesa aérea israelitas, como o Iron Beam, que ainda não estão amplamente implementados. O Ministério da Defesa israelita já lançou um apelo público por soluções contra esta ameaça, reconhecendo que as atuais defesas não são infalíveis.
Israel está a aprender com experiências internacionais, como a guerra na Ucrânia, onde drones semelhantes são comuns. Apesar de a Ucrânia ter oferecido know-how em 2024, não houve resposta concreta de Israel. As forças israelitas estão agora a analisar profundamente como o Hezbollah opera estes drones, enquanto adaptam táticas de proteção baseadas em barreiras físicas e deteção visual, que muitas vezes chegam tarde demais.
Fatos
- Drones do Hezbollah usam fibra ótica em vez de rádio, tornando-os indetectáveis por guerra eletrónica.
- Dois soldados israelitas e um civil morreram em ataques com drones em menos de uma semana, apesar do cessar-fogo desde abril de 2026.
- Os drones custam entre algumas centenas e 4.000 dólares e são operados em visão em primeira pessoa (FPV).
- O Ministério da Defesa israelita lançou um apelo público em 11 de abril de 2026 por soluções contra drones FPV com fibra ótica.
- A Ucrânia ofereceu experiência em drones a Israel em 2024, mas não houve resposta concreta.
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