Ilustração de um ex-jogador de futebol sentado em um banco, com uma expressão reflexiva, ao lado de uma garrafa de cerveja e um uniforme de jogo amarrotado, simbolizando a luta entre carreira e dependência.
Ilustração de um ex-jogador de futebol sentado em um banco, com uma expressão reflexiva, ao lado de uma garrafa de cerveja e um uniforme de jogo amarrotado, simbolizando a luta entre carreira e dependência.

A jornada de superação de Cicinho pode ser um contexto útil para um amigo que acompanha histórias reais por trás do futebol.

Ex-jogador confessa: bebi 70 cervejas num dia Fluxo da história e fatos principais

Cicinho, ex-lateral brasileiro do Real Madrid e AS Roma, revelou em entrevista à Gazzetta dello Sport a gravidade de sua dependência do álcool durante a carreira. Apesar de ter feito parte do elenco dos 'galáticos' no Real Madrid, onde atuou entre 2005 e 2007, Cicinho enfrentava um vício que começou aos 13 anos e se agravou com o sucesso. Ele confessou ter ingerido até 70 cervejas em um único dia, além de dezenas de caipirinhas e cigarros, sem que seu desempenho em campo fosse notadamente afetado.

O jogador dizia recorrer a truques como café em excesso e cigarros para disfarçar os efeitos do álcool antes dos treinos, mantendo a rotina mesmo bêbado. A situação só mudou em 2012, quando, de volta ao Brasil, iniciou um processo de reabilitação com apoio profissional. Problemas físicos e depressão foram gatilhos para a mudança.

Hoje com 45 anos, Cicinho vive em São Paulo, está sóbrio há 14 anos, é casado e pai de um menino de cinco anos. Atua como comentarista esportivo e, há cerca de dez meses, assumiu um novo papel como pastor evangélico. Sua história é um retrato raro da dualidade entre glória esportiva e luta pessoal.

Fatos

  • Cicinho, ex-lateral do Real Madrid e Roma, confessou ter bebido 70 cervejas em um único dia durante sua passagem por Roma.
  • O vício começou aos 13 anos e persistiu durante sua carreira, mesmo em clubes de elite como o Real Madrid.
  • Apesar do consumo excessivo, Cicinho mantinha desempenho em campo e disfarçava o álcool com café e cigarros.
  • Em 2012, após problemas físicos e depressão, começou terapia e está sóbrio há 14 anos.
  • Hoje, trabalha como comentarista e pastor evangélico em São Paulo.

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