
O crescimento de falhas no iOS merece atenção, especialmente para um colega que confia no iPhone para trabalho e privacidade.

iPhone sob ataque: falhas de segurança aumentam Fluxo da história e fatos principais
A Apple, historicamente reconhecida por um ecossistema seguro, enfrenta um aumento no número de vulnerabilidades exploradas em dispositivos iOS. Entre 2025 e 2026, foram identificadas múltiplas falhas zero-day, incluindo o kit Coruna e a vulnerabilidade DarkSword, ambas exploradas por grupos cibernéticos com ligações a operações internacionais. O Coruna afetou iPhones com iOS 13.0 e foi associado ao grupo UNC6353, ligado a ataques na Ucrânia. Já o DarkSword comprometeu a proteção PAC nos chips da Apple, usada para impedir execução de código malicioso.
A Google identificou que essas falhas estão a ser reutilizadas, especialmente em dispositivos de segunda mão, onde a atualização de segurança é menos frequente. Embora a Apple tenha corrigido as nove vulnerabilidades exploradas em 2025, especialistas alertam que o valor alto dos exploits no mercado negro torna a plataforma um alvo cada vez mais lucrativo. A natureza silenciosa desses ataques — que podem infetar dispositivos sem qualquer interação do utilizador — aumenta o risco para usuários comuns e corporativos.
O crescimento no número de falhas não significa que o iOS seja agora menos seguro por design, mas sim que está mais exposto devido à sua popularidade. A pressão sobre a Apple aumenta para garantir proteção contínua, especialmente em versões mais antigas do sistema. O próximo desafio será manter a liderança em segurança num cenário onde o valor dos exploits supera cada vez mais as defesas implementadas.
Fatos
- A Apple enfrentou 9 vulnerabilidades de dia zero exploradas em 2025.
- O exploit Coruna afetou iPhones com iOS 13.0 e foi ligado ao grupo russo UNC6353.
- A vulnerabilidade DarkSword contorna a proteção PAC nos chips da Apple.
- Grupos como UNC6691 lançaram campanhas massivas explorando falhas no iOS.
- O mercado de segunda mão facilita a reutilização de técnicas de ataque contra dispositivos não atualizados.
- A Google confirmou que o aumento de ataques está ligado ao valor crescente dos exploits no ecossistema Apple.
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